Giro de Notícias com Papa Francisco

333

Papa anuncia nomes de 14 novos cardeais

Francisco surpreendeu todos (inclusive os recém-nomeados) ao comunicar este domingo (20/05) a realização de um consistório no dia 29 de junho.

Cidade do Vaticano

A Igreja vai ganhar no próximo dia 29 de junho 14 novos cardeais. O Papa Francisco surpreendeu todos (inclusive os recém-nomeados) ao comunicar este domingo (20/05), após a oração mariana do Regina Coeli, um novo consistório, sinal de universalidade da Igreja, “que continua a anunciar o amor misericordioso de Deus a todos os homens da terra”.

“ A integração dos novos cardeais na Igreja de Roma manifesta também a relação indissolúvel entre a Sé de Pedro e as Igrejas particulares espalhadas nos mundo ”

Eles são:

Sua Beatitude Louis-Raphaël I Sako, Patriarca de Babilônia dos Caldeus;

Dom Luis Ladaria, Prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé;

Dom Angelo De Donatis, Vigário-geral de Roma;

Dom Giovanni Angelo Becciu, Substituto para Assuntos Gerais da Secretaria de Estado e Delegado especial junto à Soberana Ordem de Malta;

Dom Konrad Krajewski, Esmoleiro apostólico;

Dom Joseph Coutts, Arcebispo de Karachi (Paquistão);

Dom António Augusto dos Santos Marto, Bispo de Leiria-Fátima (Portugal);

Dom Pedro Barreto, Arcebispo de Huancayo (Peru) e Vice-Presidente da REPAM, Rede Eclesial Pan-amazônica;

Dom Desiré Tsarahazana, Arcebispo de Toamasina (Madagascar);

Dom Giuseppe Petrocchi, Arcebispo de L’Aquila (Itália);

Dom Tomas Aquinas Manyo Maeda, Arcebispo de Osaka (Japão).

Além destes, Francisco nomeou também como membros do Colégio Cardinalício um arcebispo, um bispo e um religioso mais idosos (sem direito de voto em um eventual conclave) que se distinguiram por seu serviço à Igreja:

Dom Sergio Obeso Rivera, 86, Arcebispo emérito de Jalapa (México);

Dom Toribio Porco Ticona, 81, Prelado emérito de Corocoro (Bolívia);

Padre Aquilino Bocos Merino, 80, claretiano espanhol.

Fonte: https://www.vaticannews.va/pt/papa/news/2018-05/papa-anuncio-novos-cardeais-consistorio.html#play


Papa pede aos bispos italianos redução do número de dioceses

O Papa Francisco abriu, no final da tarde desta segunda-feira (21/05), a 71ª Assembleia Geral da Conferência Episcopal Italiana (CEI). Com o tema “Qual presença eclesial no atual contexto comunicativo”, os trabalhos da plenária prosseguirão até esta quinta-feira, 24 de maio.

Cidade do Vaticano

Se na região do Piemonte há poucas vocações e na Puglia há muitas, pensem numa partilha “fidei donum” dos sacerdotes. Administrem sempre de modo transparente os recursos das dioceses e se convidarem alguém para o jantar, usem o dinheiro de vocês, não da Igreja. Por fim, reduzam o número das dioceses, juntando as menores, como fazia Paulo VI em 1964.

Essas foram as preocupações expostas pelo Papa Francisco aos bispos italianos, ao abrir, no final da tarde desta segunda-feira (21/05) na Sala Nova do Sínodo, no Vaticano, a 71ª Assembleia Geral da Conferência Episcopal Italiana (CEI). Com o tema “Qual presença eclesial no atual contexto comunicativo”, os trabalhos da plenária prosseguirão até esta quinta-feira, 24 de maio.

Hemorragia de vocações, devido também ao testemunho morno

Sobre a hemorragia das vocações, num país de grande tradição como a Itália e em toda a Europa, o Santo Padre reiterou que este é “o fruto envenenado da cultura do provisório, do relativismo e do culto ao dinheiro”, que distancia os jovens da vocação, somando-se a isso os escândalos e o testemunho morno.

Partilha “fidei donum” de sacerdotes entre as dioceses

A proposta prática é a de uma mais concreta partilha “fidei donum” entre as dioceses italianas, que enriquece as dioceses que doam e as que recebem. No Piemonte, por exemplo, há uma grande aridez, e na Puglia, ao invés, há uma abundância de vocações. “Pensem numa criatividade bonita, vejamos se serão capazes disso”, exortou o Pontífice.

Pobreza evangélica e transparência

A segunda preocupação expressa por Francisco aos bispos italianos diz respeito à pobreza evangélica e à transparência. Para mim, como jesuíta, “a pobreza é sempre mãe e muro da vida apostólica, mãe porque a faz nascer e muro porque a protege.” Sem pobreza não há zelo apostólico, frisou.

Coerência dos pastores entre fé professada e fé vivida

“Quem crê não pode falar de pobreza e viver como um faraó”, observou. É escandaloso “administrar os bens da Igreja como se fossem bens pessoais”. E me faz mal ouvir que um eclesiástico deixou-se manipular administrando “os trocados da viúva”. É preciso regras claras e comuns, acrescentou.

Não convidem para o jantar com o dinheiro da diocese

“Conheço um de vocês que jamais convida alguém para o jantar utilizando o dinheiro da diocese, mas paga do próprio bolso. São pequenos gestos, mas são importantes”, contou o Papa. Tenho consciência e sou reconhecedor de “que na CEI se fez muito no âmbito da pobreza e da transparência, mas se pode fazer mais ainda”, acrescentou Francisco.

Dioceses maiores e em menor número; aspecto funcional

Por fim, sobre a redução e anexação das dioceses, “não é fácil, mas há dioceses que podem ser anexadas”, reconheceu o Pontífice. Já acenei isso em 23 de maio de 2013. Trata-se de “uma exigência pastoral estudada reiteradas vezes. Paulo VI em 1964, e depois em 1966, pediu a fusão de várias dioceses”, para criar circunscrições com territórios, habitantes, clero e obras suficientes para uma organização diocesana verdadeiramente funcional.

Concluir projeto de reforma solicitado pela Congregação para os Bispos

“Em 2016 a Congregação para os Bispos pediu às Conferências episcopais regionais que enviassem um projeto de reforma. É um projeto amadurecido e atual. É chegado a hora de concluí-lo o mais rápido possível!”

Agradeço a todos pela parresia (audácia, coragem, destemor, ndr) – foi o agradecimento final do Santo Padre. “Agora, a palavra a vocês bispos.” As portas da Sala do Sínodo se fecham para todos, menos para o Papa e os coirmãos bispos, concluiu Francisco.

Fonte: https://www.vaticannews.va/pt/papa/news/2018-05/papa-bispos-italianos-reducao-numero-anexacao-dioceses-pequenas.html


Papa: a Igreja é mulher e mãe, como Maria

Na homilia, o Santo Padre ressaltou que nos Evangelhos, Maria sempre é indicada como “Mãe de Jesus”, não “a Senhora” ou “a viúva de José”: a sua maternidade percorre toda a Sagrada Escritura, desde a Anunciação até o fim.

Cidade do Vaticano

“A Igreja é feminina”, “é mãe” e quando falta esta identidade ela se torna “uma associação beneficente ou um time de futebol”; quando “é uma Igreja masculina”, infelizmente se torna “uma Igreja de solteirões”, “incapaz de amor, incapaz de fecundidade”.

Foi o que disse o Papa Francisco na missa celebrada nesta segunda-feira (21/05), na capela da Casa Santa Marta, dia em que a Igreja recorda a Beata Virgem Maria, Mãe da Igreja. Esta memória é celebrada pela primeira vez, este ano, após a publicação em 3 de março passado, do decreto “Ecclesia Mater” da Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos.

O Papa Francisco quis que esta memória fosse celebrada na segunda-feira depois de Pentecostes para “favorecer o crescimento do sentido materno da Igreja nos pastores, nos religiosos e fiéis, como também a genuína piedade mariana”.

A Igreja é feminina

Na homilia, o Santo Padre ressaltou que nos Evangelhos, Maria sempre é indicada como “Mãe de Jesus”, não “a Senhora” ou “a viúva de José”: a sua maternidade percorre toda a Sagrada Escritura, desde a Anunciação até o fim. Uma especificidade que os Padres da Igreja entenderam rapidamente, bem que alcança e cinge a Igreja.

“A Igreja é feminina, porque é igreja, esposa: é feminina. É mãe, dá à luz. Esposa e mãe. E os Padres vão além e dizem: ‘A sua alma também é esposa de Cristo e mãe’. Nessa atitude de Maria, que é Mãe da Igreja, neste comportamento podemos entender essa dimensão feminina da Igreja que, quando não existe, a Igreja perde a verdadeira identidade e se torna uma associação beneficente ou um time de futebol ou qualquer outra coisa, mas não a Igreja.”

Somente uma Igreja feminina poderá ter “comportamentos de fecundidade”, segundo as intenções de Deus, que “quis nascer de uma mulher para nos ensinar este caminho de mulher”.

Não a uma Igreja de solteirões

“O importante é que a Igreja seja mulher, que tenha esta atitude de esposa e mãe. Quando nos esquecemos disso, é uma Igreja masculina, sem esta dimensão, e se torna tristemente uma Igreja de solteirões, que vivem no isolamento, incapazes de amor, incapazes de fecundidade. Sem a mulher, a Igreja não vai adiante, porque ela é mulher. Esta atitude de mulher vem de Maria, porque Jesus quis assim.”

A ternura de uma mãe

Uma das virtudes que mais distingue uma mulher, observou o Papa Francisco, é a ternura, como Maria que “deu à luz seu filho primogênito, o enfaixou e o colocou numa manjedoura”: cuidar, com mansidão e humildade são as qualidades fortes das mães”.

“Uma Igreja que é mãe segue o caminho da ternura. Conhece a linguagem da sabedoria do carinho, do silêncio, do olhar cheio de compaixão, que tem gosto de silêncio. E, também, uma alma, uma pessoa que vive essa pertença à Igreja, sabendo que também é mãe, deve seguir o mesmo caminho: uma pessoa afável, terna, sorridente e cheia de amor”.

Fonte: https://www.vaticannews.va/pt/papa-francisco/missa-santa-marta/2018-05/papa-igreja-mulher-mae-como-maria.html


Casal brasileiro celebra 57 anos de matrimônio e participa da Missa com o Papa

Presente na missa nesta manhã de terça-feria na capela da Casa Santa Marta um casal proveniente da cidade paranaense de Cascavel, que está comemorando 57 anos de matrimônio.

Silvonei José – Cidade do Vaticano

Quase todos os dias o Papa Francisco celebra a Santa Missa na capela da Casa Santa Marta, e muitas dessas celebrações com a presença de fiéis provenientes de todas as partes do mundo. Nesta terça-feira, 22 de maio Francisco também celebrou a Santa Missa na não fez como de costume a sua homilia que todos os dias nós de Vatican News levamos a até você o conteúdo da mesma.

Presente na missa nesta manhã na capela da Casa Santa Marta um casal proveniente da cidade paranaense de Cascavel, que está comemorando 57 anos de matrimônio. Nós recebemos a visita do marido, o Sr. Assis Guragacz que conversou conosco.

Fonte: https://www.vaticannews.va/pt/papa/news/2018-05/casal-brasileiro-celebra-57-anos-matrimonio-missa-papa.html


Documento final da Reunião Pré-sinodal agora em português!

A reunião, que teve a participação do Papa Francisco, se realizou em Roma com a participação de jovens dos cinco continentes, dos quais inúmeros brasileiros representando dioceses, movimentos, instituições e congregações.

Cidade do Vaticano

A Secretaria do Sínodo dos Bispos publicou esta terça-feira (22/05) a tradução oficial em português do documento final da Reunião pré-sinodal.

A reunião, que teve a participação do Papa Francisco, se realizou em Roma de 19 a 24 de março, com a participação de jovens dos cinco continentes, dos quais inúmeros brasileiros representando dioceses, movimentos, instituições e congregações.

O resultado final está contido neste documento, que expressa o ponto de vista da juventude, sua realidade, ideias e propostas.

O documento será apresentado aos Padres sinodais, que se reunirão em Assembleia em outubro de 2018 sobre o tema “Os jovens, a fé e o discernimento vocacional”.

Confira aqui a tradução oficial em português: http://www.synod2018.va/content/synod2018/pt/documento-final-da-reuniao-pre-sinodal.html

Fonte: https://www.vaticannews.va/pt/vaticano/news/2018-05/reuniao-pre-sinodal-documento-portugues.html


Encontro das Famílias: Papa concede o dom das indulgências

Decreto da Penitenciaria Apostólica explica as condições para a indulgência concedida por ocasião do Encontro Mundial das famílias de Dublin.

Cidade do Vaticano

Por ocasião do IX Encontro Mundial das Famílias, o Papa Francisco concederá o dom das indulgências aos fiéis. O anúncio foi feito pela Penitenciaria Apostólica com um decreto emitido na segunda-feira (21/05).

O evento se realizará em Dublin, na Irlanda, de 21 a 26 de agosto.

De acordo com o decreto, a indulgência plenária será concedida “às condições usuais (confissão sacramental, comunhão eucarística e orações de acordo com as intenções do Santo Padre) aos fiéis que, com a alma desapegada de qualquer pecado, participarão devotadamente de alguma função “durante o Encontro”, bem como de sua solene conclusão “, na presença do Papa Francisco.

Aqueles que não puderem comparecer ao evento – lê-se ainda no decreto – poderão obter a indulgência nos mesmos termos se, “espiritualmente unidos aos fiéis presentes em Dublin, recitarem o Pai-Nosso, o Credo e outras orações devocionais para invocar da Divina Misericórdia os propósitos indicados acima, especialmente quando as palavras do Pontífice forem transmitidas na televisão e no rádio”.

Por fim, “a indulgência parcial será concedida aos fiéis sempre que, com um coração contrito, no tempo indicado, rezarem pelo bem das famílias”.

Mais de 20 mil inscritos

Atualmente, existem cerca de 22 mil pessoas registradas no Encontro, oriundas de 103 nações e metade vem de fora da Irlanda. Com 28% dos menores de 18 anos, este Encontro Mundial das Famílias é o que tem o maior índice de jovens.

Existem 3500 voluntários já em formação; enquanto o ícone oficial continua peregrinando por todas as dioceses da Irlanda.

Fonte: https://www.vaticannews.va/pt/papa/news/2018-05/papa-francisco-encontro-familias-indulgencia-plenaria.html


Alegria na República Centro-Africana pela oração em “sango” na missa do Papa

Em São Pedro, durante a oração dos fiéis, ouviu-se também a língua falada pelos centro-africanos, o “sango”. Padre Mathieu Bondobo relata a alegria vivida em Bangui

Sergio Centofanti, Silvonei José – Cidade do Vaticano

Grande alegria na Catedral de Bangui, na República Centro-Africana, no anúncio de que durante a Missa presidida pelo Papa Francisco na Basílica Vaticana no dia de Pentecostes se rezou também em “sango”, a língua do país.

Muitos aplausos na Catedral de Bangui

Um caloroso aplauso espontâneo dos muitos fiéis que participavam na celebração eucarística por ocasião de Pentecostes. O pároco da Catedral e vigário geral da Arquidiocese, Pe. Mathieu Bondobo, contou ao Vaticano News sobre este momento particular vivido em Bangui. Padre Mathieu, – recordamos -, é o sacerdote que esteve sempre ao lado do Papa Francisco durante a sua viagem à República Centro-Africana, em novembro de 2015, traduzindo as suas palavras para a língua local.

“Nós não estamos sozinhos”

Esta pequena notícia de uma simples oração – disse Pe. Bondobo – deu muita alegria ao coração dos fiéis: “Sentimos que não estamos sozinhos: Deus, a Igreja, o Papa estão conosco. Há irmãos e irmãs que rezam por nós, mesmo se estão distantes, e ouviram nossa língua e isso é maravilhoso “.

Uma situação terrível, mas o Espírito enxuga as lágrimas

Na Basílica de São Pedro, esta oração foi pronunciada em “sango” pelos que sofrem: “Deus Pai os alcance com o Espírito Consolador: nenhuma lágrimas seja derramada inutilmente e nenhuma dor seja dominada pelo desespero”. “Esta oração – sublinha Padre Bondobo – fala sobre a nossa situação atual. Há tantos sofrimentos e lágrimas e o Espírito é enviado para exugá-las. A situação na República Centro-Africana é terrível. Os rebeldes vivem com as armas e estão sempre prontos para atacar. Eles vivem aqui entre nós, sabemos onde eles estão, eles sabem como e quando atacar. Isso não pode ser tolerado, é uma coisa tremenda, nos perguntamos até quando essa situação poderá durar “.

Existem aqueles que não querem paz

“A violência está de volta – acrescenta o sacerdote – porque há aqueles que não querem a paz ou têm outros projetos para a República Centro-Africana e usam armas, manipulação, confusão. Há quem não queira a democracia que chegou com as eleições. A paz infelizmente não voltou como esperávamos “.

Massacre na igreja

No dia 1º de maio último, alguns rebeldes atacaram a Igreja de Nossa Senhora de Fátima em Bangui, durante a missa pela festa de São José Operário, matando 16 pessoas, incluindo um sacerdote. “Foi terrível – diz o padre Mathieu – mas não acabou porque alguns dias depois a violência também atingiu a cidade de Bambari, onde muitas pessoas foram mortas e milhares escaparam para encontrar refúgio em outro lugar”.

O medo não vence a fé

“Agora – continua o padre – há o medo. Mas esse medo não nos impede de viver a nossa fé. Hoje, na Igreja de Nossa Senhora de Fátima, muitos jovens receberam a Crisma. Foi também celebrado um matrimônio. E assim, nas outras paróquias de Bangui, muitos foram à missa e muitos receberam a Crisma no dia de Pentecostes. Este é um sinal forte para dizer que o medo não acaba com a nossa fé. Pelo contrário, nos dá força, porque o Espírito que recebemos do Senhor é um espírito de força, de sabedoria, de amor “.

Viagem do Papa à República Centro-Africana

Padre Bondobo recorda com emoção a visita do Papa que tinha levado paz ao país, graças também aos seus encontros com a comunidade muçulmana: “Foi um momento único para nós. Vivemos como se o próprio Deus tivesse vindo visitar esse povo, seu povo. O Papa abriu a Porta Santa em Bangui para o Ano Santo da Misericórdia, antes de todas as outras Igrejas, antes mesmo de Roma. Ele proclamou Bangui a capital espiritual do mundo. Para nós não foram apenas palavras, mas uma profecia e uma missão porque, abrindo a Porta Santa aqui conosco, o Papa nos mostrou um caminho a seguir, ele pediu à nossa Igreja que atravessasse a Porta que é Cristo para chegar a Deus. Por isso que o diabo nos combate com violência, mas nós lutamos contra o diabo em nome de Deus e venceremos com as armas da fé contra as suas malícias e tentações “.

O apelo no Regina Coeli

O Papa Francisco, no dia 6 de maio, lançara um apelo pela República Centro-Africana durante  a oração do Regina Coeli: “Convido a rezar pelo povo da República Centro-Africana, país que tive a alegria de visitar e que carrego em meu coração, e onde nos dias passados se verificaram graves violências com numerosos mortos e feridos, incluindo um sacerdote”.

Permanecer unidos para encontrar a paz

“O Santo Padre – recorda Pe. Mathieu – disse que a paz é uma coisa artesanal; precisa do trabalho de todos e todos nós devemos permanecer unidos, resistindo ao diabo que quer nos dividir. Para ter a paz, devemos permanecer unidos e não perder a esperança. Uma esperança que nos dá a certeza de também aqueles que foram mortos nas violências agora estão com Deus e intercedem por nós que estamos aqui. Que Deus abençoe a República Centro-Africana”.

DEIXE UM COMENTÁRIO

Deixe seu comentário
Coloque seu nome aqui