A partir de referências da espiritualidade franciscana e da antropologia teológica, a reflexão apresentou o/a formador/a como alguém em constante aprendizagem, sensível aos desafios do mundo atual e aberto/a ao movimento interior que transforma. Assim, formadores/as e formandos/as são chamados/as a se reconhecerem como companheiros/as de caminhada, peregrinos/as que se ajudam mutuamente a descobrir o sopro de Deus na vida.
A formação, neste sentido, ultrapassa conteúdos e metodologias, torna-se um processo vivo, uma arte que integra escuta, humanidade e abertura ao novo. Como destacou Irmã Elisangela, a missão do/a formador/a é ser presença que inspira, acolhe e possibilita que cada pessoa floresça — mesmo em tempos de noite escura — como a flor que cumpre seu sentido simplesmente por existir e se oferecer ao mundo.
Revisão: SERCOM CFFB









