Ressignificar a Vida Religiosa Franciscana hoje com seus desafios, onde tudo passa tão rápido, estamos alheias a perder algumas constantes que para Francisco e Clara são indispensáveis na nossa opção de vida e que eles nunca abriram mão. São elas:
Deus como amor: eles têm em seus corações que Deus é amor;
Amor Seráfico: dá sentido àquilo que somos e que carregamos conosco;
Seguimento de Jesus Cristo: O Evangelho como centro de suas vidas. Seguir o Cristo pobre, humilde e crucificado;
Cristologia – SER: centro da cristologia franciscana; Chamados a viver a pobreza evangélica;
A fraternidade: ampliada de forma sinodal com toda a criação;
Eclesialidade e missionariedade: Francisco e Clara vivem a sua vocação dentro da Igreja, do mesmo modo a Vida Religiosa caminha unida a missão da Igreja;
Caminhar com a Igreja: Eles buscaram caminhar sempre com a Igreja;
Ação da misericórdia: Para Francisco e Clara é a completude do amor misericordioso de Deus.
É urgente e necessário ressignificar a Vida Religiosa Consagrada Franciscana, especialmente onde passa pelo encontro com o Senhor. É renovar a forma de viver a nossa fé e a consagração, ou seja, a nossa identidade como consagradas e consagrados.
Tendo em vista uma releitura da Vida Religiosa Franciscana, buscando novos caminhos, ancorando o seu modo de vida em Jesus Cristo. Pois, a nossa vocação é SER um sinal que pode e deve atrair na Igreja e no mundo. Somos chamados assim como Francisco e Clara a viver a única regra de vida “O Evangelho”.
O Papa Francisco disse: “Onde quer que haja consagrados, aí está a alegria!”. E esta alegria passa por um encontro profundo com o mestre Jesus.
Assim como eles, não podemos deixar de viver o percurso da sinodalidade na fraternidade no caminhar juntos. Devemos ressignificar a vida consagrada como sentinela da esperança, olhando o passado, para viver o presente cheio de sentido e viver um futuro mais profético.
Irmã Maria das Dôres do Nascimento, IMFSA
Irmã Daniele Souza do Nascimento, CFA













