Da Intuição a Instituição

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O livro Da Intuição a Instituição, é um estudo sério que supõe um bom conhecimento da vida de São Francisco e, sobretudo, dos escritos, pois vai analisando, pormenorizadamente, todos os escritos do Santo, bem como os escritos sobre o Santo, escavando no subsolo dos relatos e das próprias palavras, para encontrar o verdadeiro sentido do que se disse e, sobretudo, o que se quis dizer, por vezes, submergido por opiniões que se perpetuaram, sem passarem antes por um sério estudo crítico.

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Descrição

Título: Da Intuição a Instituição
ORGANIZADORES: Frei Celso Márcio Teixeira, OFM; Frei Hugo D. Baggio, OFM; Frei Alberto Beckhauser, OFM
TRADUÇÃO: Frei Hugo D. Baggio, OFM

DETALHES DO PRODUTO
Origem: Nacional
Editora: Vozes
Edição: 1
Assunto: Estudos e Aprofundamento
Idioma: Português

Ano: 1987
País de Produção: Brasil
Código de Barras:
ISBN:
Encadernação: Brochura

Complemento:
Nº de Páginas: 163
Sumário
Introdução; Prólogo; A intuição, revelação ou dedução; A intuição do projeto; Os relatos e a data do acontecimento; Outra tradição; Reconstituição do acontecimento; Fala Francisco: sua conversão; O Senhor me deu irmãos; “Segundo a forma do santo Evangelho; O projeto Primitivo, onde encontra-lo?; Os recrutas; Primeiras diligências dos recrutas e perfil do grupo; O raje; A oração e o mundo de portar-se no mundo, trabalho e problemas econômicos; A primeira aprovação, a caminho de Roma; O encontro com o Papa; A aprovação; Sentimentos diverso dos autores desta jornada; A evolução do Projeto, os capítulos; A evolução da regra; Um exemplo de evolução da Regra: o trabalho; Outro exemplo de evolução; os pregadores; Mais um exemplo de evolução: o oficio, conclusão sobre a “Regra non bullata; A dimensão de Francisco, o fato; Os Vigários de Francisco; ; O capítulo das Esteiras; Obediência, autoridade, liberdade, valores espirituais da organização; A obediência franciscana; Evolução da noção de obediência; A fraternidade, uma palavra evocadora; Como se coloca o problema?; As realidades sob as palavras: “fraternitas”; As fraternidade; As realidades sob os nomes: Religio e Ordo; Fraternitas, Religio, Ordo; A organização em fraternidade nas Fontes Franciscanas; O último banquete do “rei da juventude”; A viagem a Roma em vista da aprovação; A reunião dos irmãos após as campanhas missionárias; A vocação de silvestre; Pergunta feita aos frades a respeito de sua ordem; A aquisição da Porciúncula; Da Fraternidade à Ordem, a reação oficial diante da fraternidade; O decreto de Hincmar de Reims; Um texto o Decreto de Graciano; A carta de Guilherme, bispo de Reims; A Regra de Grandmont (aprovada em 1189); Terceiro e quarto Concílios do Latrão; O processo que leva da fraternidade à Ordem, a ação da Cúria; O desejo de ser reconhecido; A superabundância de candidatos; A Regra de 1223; O silêncio posterior; volta à frase de Celano; A Regra de 1223, a situação na Ordem; Os autores da Regra; Comparação com as fórmulas anteriores; A aprovação da Regra, a Cúria romana; Os diferentes tipos de Cartas; A bula de aprovação da Regra; Primeira Expansão, fundações parisienses; Expansão em todas as direções; A situação na Itália; A bula “Quo elongati”; Prossegue a evolução; A Clericalização, volta ao capítulo de 1239; O Capítulo dos Definidores; O comentário da Regra pelos quatro Mestre; A obra litúrgica de Aymon de Faversham; Franciscanos bispos; a história continua; Boaventura Ministro Geral, um teólogo; As Constituições de Narbonne (1260); A Legenda maior; O Capítulo de Paris; Boaventura, sendo fundador da Ordem?; Conclusão da intuição à instituição; A intuição que sobreviveu à instituição; Um catálogo de comportamentos franciscanos; O Cântico do Irmão Sol; Apêndice; Os Escritos de Francisco; As Biografias de Francisco; A primeira parte do quebra-cabeça; A carta encíclica de Frei Elias; A canonização (16 de julho de 1228); A Vita I de Tomás de Celano; A obra de Juliano de Espira; O Capítulo de Gênova (1244); A Vita II de Celano (1248); O Tratado dos Milagres(1250); A Legenda Maior e a Legenda Menor (1261-1263); Reconstituição do “Pacote” de documentos; O Espelho da Perfeição (1318); A Legenda Perusina (1246-1247?); A Legenda dos Três Companheiros (1246-1247?); O anônimo Perusino (1240-1241); Os “Acti beati Francisci” (1327-1340); Os Fioretti (1390); As compilações